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São os CVs nos EUA mais poucos de que os em Portugal?

 
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forcv
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Joined: 10 Oct 2005
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PostPosted: Mon Apr 30, 2007 2:05 pm    Post subject: São os CVs nos EUA mais poucos de que os em Portugal? Reply with quote



Na sua Edição de de 30 de Abril de 2007, A Semana Online apresenta o seguinte artigo:

"Estudo mostra que cabo-verdianos nos EUA são em menor número do que em Portugal

Serão os cabo-verdianos nos EUA tantos como se diz e se pensa? Esta questão é respondida e desmistificada por um trabalho do antropólogo Luís Batalha, a ser apresentado no seminário que o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS/UL) vai realizar na próxima quarta-feira, 2 de Maio.


Intitulado "Identidade e política na comunidade cabo-verdiana de Dorchester/Roxbury", Luís Batalha procura mostrar como se movimentam os cabo-verdianos e os esforços para a preservação naquela localidade de Boston, Nova Inglaterra, EUA.

Aquele investigador, que é professor do Departamento de Antropologia do ISCSP/UTL com trabalhos realizados sobre a diáspora cabo-verdiana, diz que o número de cabo-verdianos nos EUA é menor do que em Portugal, onde são cerca de 100 mil.

“Ao contrário da ideia que os representantes da ‘comunidade’ cabo-verdiana nos EUA fazem passar dentro e fora dos EUA - a de que existe entre 250 mil a 450 mil cabo-verdianos nos EUA - a população que se identifica e é identificada, de alguma forma, como sendo ‘cabo-verdiana’ é de cerca de 50 mil pessoas (menos do que em Portugal). Na área metropolitana de Boston são apenas cerca de 20 mil”, lê-se no referido trabalho.

Luis Batalha diz que o facto estatístico de serem poucos, em conjunto com a falta de consenso sobre o que é ‘ser cabo-verdiano’, tem dificultado a afirmação dos cabo-verdianos nos EUA como uma “minoria étnica reconhecida”, quer pelas outras minorias quer pelas autoridades locais e estaduais.

Nota ainda o investigador que após uma fase, nas décadas de 1970-80, que se seguiu à independência de Cabo Verde, em que os cabo-verdianos conseguiram obter algum reconhecimento da sua identidade específica, a partir da década de 1990 assistiu a um processo inverso. Isto é a comunidade tem assistido à perda desse reconhecimento, manifesta, por exemplo, na sua não-inclusão como categoria nos últimos censos da população dos EUA (1990 e 2000). E sendo assim a população cabo-verdiana de Dorchester/Roxbury ilustra em boa medida os desafios e os dilemas que se colocam à construção de uma identidade cabo-verdiana nos EUA.

“Divididos por categorias como ‘Cape Verdean’, ‘Portuguese’, ‘African-American’, ‘Fogo’ e ‘Brava’, entre PAICVs e MpDs, entre ‘Republicans’ e ‘Democrats’, alguns líderes locais cabo-verdianos tentam construir uma comunidade integrada que lhes dê força suficiente para negociar vantagens: localmente, perante as autoridades norte-americanas; em Cabo Verde, com o governo do país.

C. da S. é um desses líderes cabo-verdianos que, pelo seu crescente e recente envolvimento com a política local de Boston e também com Cabo Verde, ilustra algumas das principais dificuldades, dilemas e contradições de ser cabo-verdiano nos EUA", pode ler-se no trabalho."

OL
Fonte: A Semana Online,
link: asemana.cv/article.php3?id_article=23829


Mas será que na verdade os "Cabo-verdianos nos EUA são em menor número do que em Portugal?" Existem apenas 50 mil Caboverdianos os Estados Unidos? Quão convincentes são as evidências apresentadas por Luís Batalha? Em que dados baseou ele para chegar a tal conclusão? Deve um estudo científico recorrer apenas aos dados do último US Census (ano 2000) para chegar a tal assertação ou deve ele fazer cruzamentos estatiscos esses dados com os das embaixadas e dos consulados de Cabo Verde nos dois países em questão, com dados das autoridades governamentais e escolares locais, e com uma rigorosa sondagem científica feita por entidades Cabo-verdianas competentes e independentes sem nenhuma agenda “what so ever” e que conhecem bem a fundo as duas comunidades? Será que testemunhas informais e opiniões pessoais de devem ser tomados a sério como elementos chaves para se chegar a tão forte conclusão?

De facto estas e outras questões já levaram muitos leitores de A Semana Online a questionar a veracidade deste artigo. Na verdade, a sua subjectividade e generalização do seu título sem elementos comprovativos e específicos acompanhantes parecem ser letais a uma ou outra comunidade aqui em questão dependendo do intuíto e agenda do autor do artigo e do estudo em causa.

Em todo o caso, este assunto é vital e tem de ser trazida a prato limpo porque muitas questões importantes incluíndo a identidade Caboverdiana, representação equitativa e proporcional dessas duas comunidades e poder ao lado do Governo de Cabo Verde, Portugal e dos EUA (Federal, Estaduais e Locais) estão em jogo.

Por isso, convidamos os nossos visitantes a apresentarem factos e evidências que contestam ou corraboram a afirmação feita por A Semana e Luís Batalha.


Last edited by forcv on Thu Jan 17, 2008 8:35 pm; edited 13 times in total
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Mon Apr 30, 2007 3:28 pm    Post subject: Reply with quote

Este artigo e' um exemplo do perigo e poder de influencia da media sobre a opiniao publica. O tiluto diz "Estudo mostra..." mas ao ler o artigo nao se ve nenhuma demostracao daquilo que se alega no titulo. Apenas assertacoes. Como diz o velho ditado, o simples facto de alguem ter posto algo em livros nao segnifica que e' veridico.

Debrucando sobre o assunto, ha numeros por ai que alegam existir cerca de 400 a 500 mil Caboverdianos nos EUA. Mas a verdade e' que ate este momento, ninguem tem um contagem exacta do numero dos Caboverdianos residentes no solo do Uncle Sam. No entanto, evidencias tendem a corraborar que de facto este numero e' de longe muito mais que os 50 mil alegado por Luis Batalha no seu estudo.

A fonte que poderia transmitir este numero com a maior exactidao e' o ultimo US Census (ano 2000)- Recenseamento Geral da Polulacao Americana feita de 10 em 10 anos-, onde o autor menciona ter recorrido; mas ha muitos casos e provas que demonstram que o tal Census nao foi correcto quando se refere a contagem do numero dos imigrantes:

- Primeiro, recentemente a Camara da Cidade de Boston provou com a sua recontagem que o Census de 2000 dexou por fora milhares de imigrantes incluindo Caboverdianos por varias razoes desconhecidas. Ao contrario do que o Census afirmou que a cidade de Boston - onde residem um estimado numero de cerca de 30 mil Caboverdianos - estava a perder populacao (facto qur segnificaria perda de Milhoes de dolares em Fundos do Governo federal) , o Camara desta cidade provou que o Census ignorou uma grande quatidade de imigrantes e demostrou com o seu proprio recenseamento que de facto Boston verificou um aumento populacional devido ao grande influxo de imigrantes.

- Segundo, ha evidencias e muitos casos que se pode atestar de porta em porta de que na Cidade de Broctkon onde currentemente os Caboverdianos sao o maior grupo etnico depois dos Americanos de descendencia Europeia , um grande numero de Caboverdianos que estavam indocumentados no ano 2000 sentiram-se amedrontados de partecipar no Census temendo represalias da imigracao. Isto levou a uma contagem a menos de muitos Caboverdianos em Brockton o que levou a uma desvantagem da Cidade de Brockton em apresentar um contagem realistica da sua populacao perante ao governo Federal Estadunidense.

- Adicionalmente, os casos de New Bedford (onde os Caboverdianos sao o maior grupo etnico minoritario), Cape Cod, Tauton, Pawtucket, Providence, Bridgeport, Norwich, e outras cidades da Nova Inglaterra, bem como Atlanta, Ohio, Southern California e Sacramento, cidades onde ha milhares de Caboverdianos e seus descendentes ajudam a corraborar a nocao que o numero dos Caboverdianos nos EUA nao e' apenas de 50 mill mas sim muito acima dos 250 mil. Adicionando o numero consideravel da antiga comunidade Caboverdiana de Brooklyn e Yonkers (Estado de Nova York), Washinghton D.C., a recente comunidade de New Jersey e Florida este numero tende-se a aumentar significantemente.

Por outro lado, o numero dos Caboverdianos nos EUA e' geralmente contado a deficit por varias razoes:

- Os criterios que se usar para se os classificar; os dados estatisticos que existem em diferentes cidades que nao lhes dao a opcao de identificar-se como Caboverdianos mas sim com Black, Portugueses, Descendentes de Africa entre outros.

- A desinformacao, ignorancia (baseada em racismo, e em outros casos, conviniencia especialmente aquando da chegada dos Caboverdianos nos EUA no seculo 19) e mania de muitos Caboverdianos de se identificarem como Portugueses e nao como Caboverdianos

- A inclusao de muitos Caboverdianos nascidos nos EUA como Afro-Americanos sem se referir que tambem sao Caboverdianos

- A longa historia de mistura de Caboverdianos com outras racas levando a uma tendencia dos descendentes provinientes de tal situacao em renunciar a sua identidade criola e identificar-se com a identidade etnica do grupo maioritarioou da main stream

- O facto de a lei Portuguesa nao considerar Portugueses(as) os Filhos de Caboverdianos(as) nascidos(as) e Portugal, nao importa se for a segunda, terceira our quarta geracao; o que lhes obrigada forcosamente a aceitar a escolha unica: Caboverdianos (nas). Mas do contrario, a lei Americana embraca os Caboverdianos nascidos ou naturalizados aqui como Americanos. Isto muitas vezes leva-lhes a identificar-se como Americanos em diferentes sondagens ou formularios (muitas vezes pelas vantagens e regalias que o estatuto de Cidadania lhes oferece) e nao como Cabo-verdianos.

- A grande crise de identidade verificada numa larga camada de segunda, terceira e quarta geracoes de caboverdianos que por default leva-lhes a nao identificar-se como Caboverdianos

e muito mais...

Portanto essas e muitos outros factores que se constacta no dia a dia dos Caboverdianos nos EUA, levam-me a a crer que o estudo do Sr. Luis Batalha deixou escapar muitos numeros e elementos que lhe daria uma representacao mais exacta do numero dos Caboverdianos nos Estados Unidos e provavelmente uma conclusao diferente daquela apresentados na sua pesquisa.

Por ultimo, uma palavra de cautela: como disseram os meus professores de Statistics e de Operations Management na Universidade de Massachusetts Boston, hoje em dia, com a tecnologia desponivel qualquer individuo que sabe manejar com dados estatiscos pode basicamente provar qualquer hipotese, teoria, argumento ou intento com numeros. E de facto, deve-se ter em mente que em geral a maioria dos pesquisadores tendem a partir de presupostos e hipoteses pessoais formada de antemao ou de entidades que financeiam os seus estudos e vao a procura de dados e numeros que corraboram as suas pre-concebidas presuncoes. Por isso, lembre-se, estatisticas nao sao "mandamentos de Deus". elas devem ser contestadas, confrontadas com a realidade e reavaliadas em diferentes angulos. Wink


Last edited by Alberto Pina on Fri Sep 14, 2007 8:05 pm; edited 8 times in total
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Kakau



Joined: 23 Feb 2006
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PostPosted: Mon Apr 30, 2007 4:02 pm    Post subject: Reply with quote

Eu tambem estou de acordo com Sr. Alberto Pina, ou seja, creio que em termos estatisticos, a populacao cabo verdiana nos EUA, ambos os nascidos em cabo verde, e os descendentes, desde os da segunda geracao ate os da quinta geracao, eh muito superior a 50 mil. 400 mil eh mais provavel. De qualquer forma, como of Alberto disse, so porque um tal Luis Batalha afimou-se que a comunidade cabo verdiana nos EUA eh inferior do que daquela de Portugal nao representa a verdade, muito pelo ao contrario.
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
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PostPosted: Tue May 01, 2007 8:58 am    Post subject: Reply with quote

There is more "capeverdean citizens", in portugal than in the USA.

But this article is misleading because it doesn't specify the definition of the word capeverdean. There is two meaning
1. a citizen of cape-verde islands
2. someone who has origins in the cape-verdean islands.

My idea is that there is more capeverdean citizens(definition 1) in portugal than in the usa.
But there is much more people who have capeverdean origins (definition 2) in the USA than in portugal. I think there might be 300 000 capeverdean (by origin) in portugal a lot of whom are white because they went trough intermariage with the local portuguese during the last 400 years. The number of capeverdeans in the USA is around 500 000 and a lot of capeverdean declare to be portuguese in the census, so a portion of the 1.5 million of portuguese in the USA are in fact capeverdeans.
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cabrala



Joined: 29 Sep 2006
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PostPosted: Tue May 01, 2007 9:44 am    Post subject: Reply with quote

Para mim um "estudo" que chegue a tal conclusao sem considerar os varios elementos como bem apontou Alberto de Pina, eh antes de mais concluir cegamente, e com base apenas nos dados burocraticos, "Census". Ele devia antes levantar questoes que permitam outro estudiosos da materia desencadear novas ondas de estudos com aprofundadamento suficiente para determinar a veracidade destes factos.

Nao importando qual for a sua definicao de Caboverdianos, o que pouco interessa neste caso, o seu estudo e fraco para nao dizer falsos pelas seguintes razoes.

1. Os factos sao factos independentemente de qual for o interesse ou a agenda de quem faz apreciacao. Isto eh, Caboverdianos nao dependem da Lei de Portugal ou dos Estados Unidos para ser quem sao. Nascer em Portugal e ser caboverdiano ou nascer nos USA e ser Americano e irrelevante para a questao da difinicao do Caboverdiano.

2. Um estudo serio vai as fontes. Isto significa que, se o Sr. Batalha nao for ate a estudos da movimentacao Americana: os seus registos sobre crescimento populacional, a movimentacao/immigracao, saber quais as principais influencias que afectam a sua mudanca populacional, ele nunca ira entender que impacto estes teve em relacao ao todo"- populacao Americana, nas cidades onde residem os caboverdianos.

3. Elementos do census Americano nunca refletem a sua populacao immigrante com exactidao- isso e o que Bush e as Instituicoes Americanas gostariam de saber, e nao sera o Sr. Batalha que vai em um estalido de dedos, resolver este monstro.

Nao quero ser todo negativo a respeito de um trabalho que lhe tenha custado esforcos e dinheiro, mas a verdade e que uma affirmacao tao conclusiva desta natureza, se e para levar a serio, faz mais mal do que bem. O Sr. Batalha, se tem alguma agenda pessoal, por favor que exclua a communidade caboverdiana dos Estados Unidos porque ainda estamos num processo de luta para nossa afirmacao e queremos estar longe dos seus numeros duvidosos.

Cabrala
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
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PostPosted: Tue May 01, 2007 11:02 am    Post subject: Reply with quote

Cabrala,

maybe it is the newspaper (asemana) who did a too quick summary of the study of Batalha, I guess Batalha explains what he means by capeverdean in his study. So maybe we should complain about the journalist who wrote the article rather than the author of the study that we didn't have the chance yet to read (maybe he can send us a *.pdf of the study I will be glad to read it)
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Tue Jun 19, 2007 4:34 pm    Post subject: Reply with quote

Mais um estudo que contradiz o pesquisa de Luis Batalha:


Cape Verde: Migration - a Key Aspect of the Country's History


From:
allafrica.com/stories/200706190410.html

Inter Press Service (Johannesburg)

Posted to the web 19 June 2007

Mario De Queiroz
Lisbon


"...Just over half a million Cape Verdeans are living in other countries, with 250,000 in the United States, 106,000 in Portugal, 37,500 in the Netherlands, 35,000 in Angola, 22,500 in Senegal, and 50,000 distributed throughout Spain, Brazil, Canada, Italy and Germany..."




Entire article:

"The small West African island nation of Cape Verde, which was uninhabited when Portuguese navigators discovered it in 1460, now has more citizens living abroad than at home. And growing numbers of women are joining the diaspora.

This small country of around 4,000 square kilometers has 476,000 people living on 10 islands, 640 kilometers off the coast of Senegal, and just over 500,000 living abroad.

Emigrants from Cape Verde, where nearly everyone is of mixed race, mainly descendants of African slaves and Portuguese colonists, were nearly all men until two decades ago. But little by little that has changed, Italian economist Marzia Grassi, a researcher at the University of Lisbon Social Sciences Institute (ISC), told IPS.

Grassi's doctoral thesis at the University of Lisbon was the result of long years of research on Portuguese-speaking Africa in general and Cape Verde in particular -- an area of study that in Europe is largely the terrain of Portuguese academics.

The author of several articles published in Portuguese and international magazines that specialize in development issues in Africa, Grassi coordinates the "Cape Verde Around the World" and "Moving Angola" projects in the ISC, in coordination with the Foundation for Science and Technology in Lisbon.

The first focuses on informal networks of goods in the Cape Verdean diaspora in Portugal and other countries, and the second focuses on informal trans-border movements in Angola.

Grassi, who wrote the book "Cabo Verde pelo Mundo: O Género na Diáspora Cabo-Verdiana" on gender and migration in relation to Cape Verde along with researcher Iolanda Évora at the Center of Studies on Africa (CESA), emphasized that these migration flows "have unique characteristics that are more perceptible when Cape Verde's history and adverse natural conditions are taken into account."

The 547-year history of these islands "is one of abandonment and resettlement, and frequent droughts during which slaves were quickly sold off and free workers were forced to emigrate to other Portuguese colonies."

What is new is that over the past two decades, "Cape Verdean women, who have traditionally played an important role in the islands' economy and trade, have increasingly taken part in the phenomenon of emigration, even on their own" over the last 20 years, said Grassi, who added that she was interested in the human face of the process.

She described the book she published with Évora as "a compilation of case studies which mainly talks about people, including the threats and problems they face, but which also describes opportunities for development and explains what women take with them when they emigrate, things like music and culture in general."

Just over half a million Cape Verdeans are living in other countries, with 250,000 in the United States, 106,000 in Portugal, 37,500 in the Netherlands, 35,000 in Angola, 22,500 in Senegal, and 50,000 distributed throughout Spain, Brazil, Canada, Italy and Germany.

In the case of Portugal, "official statistics indicate that in 1986, women made up nearly 35 percent of the Cape Verdean immigrant community, a proportion that had risen to 43 percent 20 years later," said Grassi, who noted that "historically, men emigrated and sent home cash remittances, but today women also go overseas."

To understand the phenomenon of emigration from Cape Verde, Grassi said it is indispensable to study the history of the islands, a strategic platform and link between Portugal and its former colonies in Africa.

She pointed out that Cape Verde was discovered by Portuguese captain Diogo Gomes in 1460, and that two years later, the islands began to be populated when Antonio de Noli reached the island of Santiago accompanied by his family and other Portuguese colonists from the southern regions of Alentejo and Algarve.

"The aim of the Portuguese was to create a white settler colony, like in the Azores and Madeira islands (in the Atlantic Ocean), but the difficult climate and the lack of grains, the foundation of the European diet at that time, kept that from happening," she said.

Cape Verde was finally populated after Portuguese King Afonso V granted the Portuguese colonists authorization to engage in the slave trade.

The royal edict gave the people of Cape Verde "the perpetual right" to engage in the slave trade "in all of the regions of the Gulf of Guinea" (present-day Cote d'Ivoire, Ghana, Togo, Benin, Nigeria, Cameroon, Equatorial Guinea and Gabon), which meant that the islands were populated by slaves, free Africans who accompanied the slave traders, and mercenaries.

Thus, said Grassi, "all of the ethnic groups living in the Gulf of Guinea region took part, to differing degrees, in the emergence of the Cape Verdean population," but "the high level of racial mixture essentially resulted from the relations between white masters and their female slaves or between the members of the clergy and their African concubines.

The heavy migration flows began over a century ago, when Lisbon started to allow Cape Verdeans to freely leave the country and thousands of young people emigrated, mainly to the United States, Portugal and the Netherlands, to find a better life.

One hundred years later, after three decades of independence -- Cape Verde became independent from Portugal in 1975 --, the United Nations announced (on Jun. 2) that Cape Verde would graduate from a Least Developed Country (LDC) to a Middle Income Country in 2008.

Cape Verde, which has per capita income of around 1,500 dollars, is considered an example in Africa in terms of human development. Analysts in Portugal point out that it has achieved a steady rate of development, thanks to good governance and a maturing democracy.

According to the latest available statistics, foreign investment in Cape Verde reached 180 million dollars in the first eight months of 2006, a figure that is projected to climb to 665 million dollars this year.

The investment has mainly gone into the construction of international airports on the islands of Santiago and São Vicente (only the international airport on Sal Island is currently capable of handling large passenger airliners) and the largest hotel in West Africa, with 850 beds, which is about to open on the Island of Boa Vista.

International tourism arrivals are expected to surpass 250,000 this year.

However, this encouraging information, "which demonstrates advances in macroeconomic terms, must be understood as merely statistics, in a country where 30 percent of the population is poor or very poor, which is why I don't believe the flow of emigration will be stemmed," said Grassi.

Besides, emigration "is part of the history of the people of Cape Verde, a nation that has the whole world as its territory, which has repercussions at all levels of people's lives, especially in the structure of the family and in gender roles."
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Tue Jun 26, 2007 7:30 am    Post subject: Reply with quote

"...Cape Verdeans often boast that emigrants outnumber the people who remain. That is true, Dr. Carling said, only when counting emigrants and their descendants. By that standard, he estimates there are 460,000 Cape Verdeans on the islands and 500,000 overseas, including 265,000 in the United States." (nytimes.com/2007/06/24/world/africa/24verde.html?pagewanted=2&ei=5070&en=15a20babee6f9767&ex=1183348800&emc=eta1)
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
Posts: 334
Location: FR

PostPosted: Wed Jul 18, 2007 4:06 am    Post subject: Reply with quote

the previous article forgot to include france, there is nearly 50,000 capeverdeans in france, most of whom have the portuguese nationality (Officially there is 1.5 million portuguese living in france...).

The fact is that all the capeverdeans leaving in the USA, Portugal, France or Holland don't have the capeverdean nationality, thus making it hard to classify them as capeverdean nationals. According to batalha there is 100,000 "capeverdean nationals" living in Portugal and there is 70,000 "capeverdean nationals" leaving in the USA...then he concluded that there is more capeverdeans in Portugal than in the USA. Of course this sentence is wrong if you take into account the "ethnic capeverdeans" which makes probably 500,000 "ethnic capeverdeans" in the USA for only 300,000 "ethnic capeverdeans" in Portugal.
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alberto



Joined: 22 Aug 2007
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Location: dakar

PostPosted: Wed Aug 22, 2007 10:24 am    Post subject: Reply with quote

Dear St-Antao
You said: "But this article is misleading because it doesn't specify the definition of the word capeverdean. There is two meaning
1. a citizen of cape-verde islands
2. someone who has origins in the cape-verdean islands."

I would like to know your definition of "origins". You say that someone who has origins in the cape-verde islands is a cape-verdian. Ok. But what is that mean, if that in 1460, there is no people in Cape Verde?
Most Capverdian have the origins from Portuguese and African, so is it correct to said that cape verdian leaving is US has a cape-verdian origins? We have to say that they have Portuguese or African origins, I though.
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
Posts: 32

PostPosted: Wed Aug 22, 2007 4:51 pm    Post subject: Reply with quote

Just for clarification, the user, Alberto, from the posting above is not same as Alberto Pina, the webmaster of FORCV.com. Thanks.
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cabrala



Joined: 29 Sep 2006
Posts: 65

PostPosted: Wed Sep 05, 2007 11:01 am    Post subject: Reply with quote

Alberto's question makes no sense at all for the purpose of this debate because if you are taking back from 1460 to define capeverdianity or not, then not even Portuguese, American or many other nations wouldn't be claiming their origin from where they claim it is.

Cabrala
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salah Mateus



Joined: 17 Oct 2006
Posts: 360

PostPosted: Fri Sep 07, 2007 6:31 pm    Post subject: Who has made an accurate count of CV'S in the USA? Reply with quote



By what method has their been an accurate count of CaboVerde people in the USA?

I think that people have made an educated guess over the years.

When I first came back from Africa that question was asked of me and I just took a wild guess and said 300,000. That made the news and that number stayed for a long time. That was back in 1973.

I don't know how they do it in other countries but in the USA we take a census by those who are registered to vote or are on some record. Even the records are not accurate.

There are many CV'S in the USA who are not registered voters or even citizens that is a fact.

Many CV'S still say that they are Portuguese,some say they are white and many will say that they are Negroes,or African American and many will say that they are Black.

Lord only knows about those who are of mix marriages within the Anglo American or African American or Natives. The question on many applications will ask if your White, Black,
Hispanic White or Hispanic Black or other, much depends on what they feel comfortable with or on the complexsion of there skin.

Within the same family we have some who will say Black while another members will say white. During the second world war Brothers from the same family would go into the military the dark skin one was put down as colored or Negro and the light skin one was put down as white or caucasion. There are many such stories that these brothers would meet in the bush to exchange family news,and did not want others to know. This is a fact and that is the game of the racist. Some times it had to do with the texture of your hair.

So tell me who really knows how many CV'S are in the USA?

Personally I am very aware of it. I grew up in a Creole CV compound or village with grandparents that only spoke the mother tongue. I am Brown with curly hair crinkles that is Smile

I could not be Portuguese in the USA and I could not be white so where do you think they put me. The Portuguese did not accept me and the only people who knew I was CV was the people in my town and village that I grew up in.

For many years many CV'S grew up out side of there culture. When we went to funerals,weddings and christening we knew each other. That is how it was back then,today it is a little different. But not much has changed.

I can say thanks to Amilcar Cabral who called us back with
"RETURN TO THE SOURCE".. Many have yet to return and some will not.

Just my two cents worth.

Manu Salah
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
Posts: 334
Location: FR

PostPosted: Thu Sep 13, 2007 6:38 am    Post subject: Reply with quote

I have read some studies from this guy, Bathalha, and don't really find it very objective...when I was reading is papers I had the feeling that he has a very negative approach to the cape-verdean community, allways going to the negative interpretation when he could have interpreted things positively in a way that value cv... So don't trust this guy...
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lbatalha



Joined: 02 Apr 2007
Posts: 2
Location: Portugal

PostPosted: Fri Sep 14, 2007 10:41 am    Post subject: Re: São os CVs nos EUA mais poucos de que os em Portugal? Reply with quote

forcv wrote:


Na sua Edição de de 30 de Abril de 2007, a Semana Online alega o seguinte:


"Estudo mostra que cabo-verdianos nos EUA são em menor número do que em Portugal

Serão os cabo-verdianos nos EUA tantos como se diz e se pensa? Esta questão é respondida e desmistificada por um trabalho do antropólogo Luís Batalha, a ser apresentado no seminário que o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS/UL) vai realizar na próxima quarta-feira, 2 de Maio.


Intitulado "Identidade e política na comunidade cabo-verdiana de Dorchester/Roxbury", Luís Batalha procura mostrar como se movimentam os cabo-verdianos e os esforços para a preservação naquela localidade de Boston, Nova Inglaterra, EUA.

Aquele investigador, que é professor do Departamento de Antropologia do ISCSP/UTL com trabalhos realizados sobre a diáspora cabo-verdiana, diz que o número de cabo-verdianos nos EUA é menor do que em Portugal, onde são cerca de 100 mil.

“Ao contrário da ideia que os representantes da ‘comunidade’ cabo-verdiana nos EUA fazem passar dentro e fora dos EUA - a de que existe entre 250 mil a 450 mil cabo-verdianos nos EUA - a população que se identifica e é identificada, de alguma forma, como sendo ‘cabo-verdiana’ é de cerca de 50 mil pessoas (menos do que em Portugal). Na área metropolitana de Boston são apenas cerca de 20 mil”, lê-se no referido trabalho.

Luis Batalha diz que o facto estatístico de serem poucos, em conjunto com a falta de consenso sobre o que é ‘ser cabo-verdiano’, tem dificultado a afirmação dos cabo-verdianos nos EUA como uma “minoria étnica reconhecida”, quer pelas outras minorias quer pelas autoridades locais e estaduais.

Nota ainda o investigador que após uma fase, nas décadas de 1970-80, que se seguiu à independência de Cabo Verde, em que os cabo-verdianos conseguiram obter algum reconhecimento da sua identidade específica, a partir da década de 1990 assistiu a um processo inverso. Isto é a comunidade tem assistido à perda desse reconhecimento, manifesta, por exemplo, na sua não-inclusão como categoria nos últimos censos da população dos EUA (1990 e 2000). E sendo assim a população cabo-verdiana de Dorchester/Roxbury ilustra em boa medida os desafios e os dilemas que se colocam à construção de uma identidade cabo-verdiana nos EUA.

“Divididos por categorias como ‘Cape Verdean’, ‘Portuguese’, ‘African-American’, ‘Fogo’ e ‘Brava’, entre PAICVs e MpDs, entre ‘Republicans’ e ‘Democrats’, alguns líderes locais cabo-verdianos tentam construir uma comunidade integrada que lhes dê força suficiente para negociar vantagens: localmente, perante as autoridades norte-americanas; em Cabo Verde, com o governo do país.

C. da S. é um desses líderes cabo-verdianos que, pelo seu crescente e recente envolvimento com a política local de Boston e também com Cabo Verde, ilustra algumas das principais dificuldades, dilemas e contradições de ser cabo-verdiano nos EUA", pode ler-se no trabalho."

OL
Fonte: A Semana Online,
link: asemana.cv/article.php3?id_article=23829


Mas será que na verdade os "Cabo-verdianos nos EUA são em menor número do que em Portugal?" Existem apenas 50 mil Caboverdianos os Estados Unidos? Quão convincentes são as evidências apresentadas por Luís Batalha? Em que dados baseou ele para chegar a tal conclusão? Deve um estudo científico recorrer apenas aos dados do último US Census (ano 2000) para chegar a tal assertação ou deve ele fazer cruzamentos estatiscos esses dados com os das embaixadas e dos consulados de Cabo Verde nos dois paúses em questão, com dados das autoridades governamentais e escolares locais, e com uma rigorosa sondagem científica feita por entidades Cabo-verdianas competentes e independentes sem nenhuma agenda “what so ever” e que conhecem bem a fundo as duas comunidades? Será que testemunhas informais e opiniões pessoais de devem ser tomados a sério como elementos chaves para se chegar a tão forte conclusão?

De facto estas e outras questões já levaram muitos leitores de A Semana Online a questionar a veracidade deste artigo. Na verdade, a sua subjectividade e generalização do seu título sem elementos comprovativos e específicos acompanhantes parecem ser letais a uma ou outra comunidade aqui em questão dependendo do intuíto e agenda do autor do artigo e do estudo em causa.

Em todo o caso, este assunto é vital e tem de ser trazida a prato limpo porque muitas questões importantes incluíndo a identidade Caboverdiana, representação equitativa e proporcional dessas duas comunidades e poder ao lado do Governo de Cabo Verde, Portugal e dos EUA (Federal, Estaduais e Locais) estão em jogo.

Por isso, convidamos os nossos visitantes a apresentarem factos e evidências que contestam ou corraboram a afirmação feita por A Semana e Luís Batalha.


Is seems that Semana as misinterpreted the idea of my presentation at ICS (www.ics.ul.pt) in Lisbon.

Those who bother to compare the summary of my presentation (https://www.ics.ul.pt/rd/event/files/resumo-luis-batalha.pdf) with what has been published by Semana will see significant differences.

Also, there is no such thing as a 'study' about the Cape Verdeans in Boston (at least from my authorship). Again, that was the the person who put the news into Semana jumping into conclusions without any basis. What Semana refered to was an oral presentation I made at ICS in May.

I am preparing a paper/article, based on my personal observations while I was in Dorchester/Roxbury and based on what others have written about Cape Verdeans in the US, as well as on the analysis of statistics and other documents available.

The main idea of my work is not to discuss numbers in themselves, but try and arise some discussion about the disparity between the statistics (US Census, local, etc.) and the perception Cape Verdeans and non-Cape Verdeans have or may have about the dimension of their communities in the US.

Anyway, I am glad that the 'issue of number' has arisen such a vivid discussion among the people who belong to the Cape Verdean American community.

Still about numbers: if any of you have better statistical sources other than the US Census Bureau and those one can find locally in Boston, please be king enough to point them.

All the best,
Luis Batalha
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Fri Sep 14, 2007 7:59 pm    Post subject: Reply with quote

Sr. Batalha,

Pode ser que A Semana na fez um bom trabalho em expressar as suas ideas. Mas eu acabei de ler a sua apresentação e estas são as suas próprias palavras:

"Ao contrário da ideia que os representantes da ‘comunidade’ caboverdiana nos EUA fazem passar dentro e fora dos EUA – a de que existem entre 250 mil a 450 mil caboverdianos nos EUA – a população que se identifica e é identificada, de alguma forma, como sendo ‘caboverdiana’ é de cerca de 50 mil pessoas (menos do que em Portugal). Na área metropolitana de Boston são apenas cerca de 20 mil." (https://www.ics.ul.pt/rd/event/files/resumo-luis-batalha.pdf)

Poderias dizer-me quais são os factos e dados estatísticos em que o Sr. baseou bara chegar a tal conclusão?



St_antao wrote:
I have read some studies from this guy, Bathalha, and don't really find it very objective...when I was reading is papers I had the feeling that he has a very negative approach to the cape-verdean community, allways going to the negative interpretation when he could have interpreted things positively in a way that value cv... So don't trust this guy...


St_Antao,

What studies are you refering too? Can you post the links to them here so we can have an idea about about the content of these studies?

Thx.
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
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PostPosted: Sat Sep 15, 2007 4:30 am    Post subject: Reply with quote

I have read a couple of the studies from the personal site of LBatalha,
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I get annoyed at one stage by what I will call the "yes, but" attitude that I found in some articles. It exposes something about capeverdeans, something that is good and corhoborates my points of viwes about the cv culture, but suddenly LBatalha feels obliged to add a "but", a negative "but", trying to lessen the good side that he had exposed.

the 1990 us population census gave 50 000 as the number of cape-verdeans (those who identify with). ""Cape Verdean" was a 1990 example that yielded 50,772 responses. This is in contrast to a count of 23,215 in 1980 when it was not an example." (citation)
Most of the cv in the usa identify with portuguese, because this was their nationality when they arrived in the usa
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lbatalha



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PostPosted: Sat Sep 15, 2007 5:45 am    Post subject: Yet Numbers Reply with quote

Sr. Pina,

Factos é uma palavra sua, que eu não usei. Quanto a estatísticas:

1980 - Pessoas que escolheram apenas 'Cape Verdean' foram 18244 (12804 no Mass.; 3629 no RI); pessoas que escolheram várias ancestralidades ('Cape Verdean' incluído) simultaneamente foram 4971. No Masschussets, de entre as pessoas que escolheram pelo menos uma ancestralidade, 15533 indicaram 'Cape Verdean'.

1990 - Pessoas que escolheram pelo menos uma ancestralidade e indicaram 'Cape Verdean' foram 50772 (91.7% indicou 'Cape Verdean' em primeiro lugar e 8.3% em segundo lugar). No Mass. o número de pessoas que escolheram pelo menos uma ancestralidade e optaram por 'Cape Verdean' foi 29326 (10080 no RI).

Fonte: US Census Bureau (Censos de 1980 e 1990).

Pode também dar uma vista de olhos em
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para informação mais recente e uma contextualização dos caboverdianos em relação a outras categorias identitárias.

lbatalha
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St_antao



Joined: 11 Oct 2006
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Location: FR

PostPosted: Sat Sep 15, 2007 6:50 am    Post subject: Reply with quote

well, I fully agree with LBatalha. The us census just gives informations about cv-citizens living in the usa, and also a little number of cv who identify with cape-verde. Difficult for cv-americans to identify with cv if when they immigrated to the USA, the country called cape-everde was not a country. I think that most of cv-americans still identify with portugal which was their country when they left or their familly left cape-verde.

I guess that even in portugal the census is not fully reliable because there have been capeverdeans going to portugal for the last 300 years, and there might be 1/2million of portuguese people who have cv origins but who just don't have to identify with this identity
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Sat Sep 15, 2007 10:04 am    Post subject: Reply with quote

Sr. Batalha,

Usei a palavra factos porque para fazer declaracoes do tipo que o Sr. fez, deve-se essencialmente basear-se em factos solidos e viridicos e nao em estudos e sondagens incorrectas. Por outro lado, ate agora o Sr. tem concentrado nos dados sobre a contagem dos Caboverdianos em Massachusetts e Rhode Island. Que dizer dos Caboverdianos em Conneticut, "e outras cidades da Nova Inglaterra, bem como Atlanta, Ohio, Southern California e Sacramento? E na antiga comunidade Caboverdiana de Brooklyn e Yonkers (Estado de Nova York), Washington D.C., na recente comunidade de New Jersey e Florida? Mas pelos vistos, continuas a limitar-se na contagem do US Census essencialmente de MA e RI, cuja primeira foi provada errada pelo Census feito pela propria Camara de Boston. Tambem historicamente o US Census tem vindo a apresentar uma cotagem de imigrantes muito abaixo da realidade por muitas razoes nao especificadas. No caso da comunidade caboverdiana, mencionei alguns destes factores no meu posting de 30 de Abril de 2007 3:28 pm, que pode ser lida acima.

Concluindo, a sua apresentacao sobre este assunto contem dados estatisticos errados e enganadoras. Por isso, ao inves de prestar um servico a sua audiencia e ao publico em geral, o esta's a contribuir mais para disinformacao e confusao. Prestarias um melhor servico 'a comunidade Caboverdiana e ao publico lusofuno em geral se matesses a sua boca fechada em vez de estar a procurar reputacao e prestigio academico com apresentacoes erroneas e deturpadoras.
Por favor, considere ponderar no sabio adagio popular caboverdiano: "Boka fitxadu ka ta sai asnera, ka ta moska." Very Happy
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Alberto Pina



Joined: 28 Sep 2006
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PostPosted: Sun Jan 06, 2008 1:14 pm    Post subject: Reply with quote

"(...) Segundo estimativas do Consulado Geral de Cabo Verde em Boston, cerca de 400 mil Cabo-verdianos e seus descendentes vivem nos Estados Unidos, dos quais 120 mil no Estado de Massachusetts."

Fonte:
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